Abigraf traça perfil da indústria gráfica |
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O "Estudo Setorial da Indústria Gráfica no Brasil", lançado nesta quarta-feira (26/8) na sede do Sebrae Nacional, em Brasília, traça um perfil da indústria gráfica brasileira. O trabalho é uma realização da Abigraf Nacional (Associação Brasileira da Indústria Gráfica), por meio de parceria com o Sebrae Nacional. A pesquisa aponta detalhes sobre porte das empresas, atividades, número de funcionários, localização geográfica, estrutura produtiva (unidades fabris, processos, volume de produção, capacidade instalada, investimentos e máquinas), dentre outros itens. Com base nos indicadores apresentados, pode-se estimar que a participação do setor se aproxime de 1,5% do faturamento total da indústria de transformação nacional. Essa participação é ainda mais significativa, quando se compara a mão de obra diretamente empregada pelo segmento, alcançando um índice próximo a 2,8%. Para realizar o estudo, foram ouvidas 8 278 empresas das 19 897 existentes, representando 20 295 unidades gráficas. Juntas, elas geram 276 731 empregos diretos. Das 20 295 unidades gráficas, 19 930 (98,25%) são comerciais, 142 religiosas, 122 sindicais e 101 públicas. Consumo de papel Porte Emprego Geografia Investimentos O parque gráfico brasileiro dispõe de 71 mil máquinas de impressão, com média próxima a quatro impressoras por unidade produtiva. Conta, ainda, com 92 mil máquinas e equipamentos de acabamento e beneficiamento de produtos gráficos, totalizando mais de 163 mil máquinas instaladas na produção. Nos últimos três anos, foram adquiridas 21 mil novas máquinas de impressão, o que equivale a quase 30% do parque instalado, explicando a baixa idade média dos equipamentos em operação nas empresas, nas quais 36% do parque de máquinas contam com menos de cinco anos de uso. Nesse mesmo período, outras 27 mil máquinas e equipamentos de acabamento foram adquiridos. O parque de máquinas de acabamento apresenta uma taxa de renovação semelhante à observada nas impressoras, registrando um número igualmente elevado de equipamentos com menos de cinco anos de uso (36,5%).
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